Segunda-feira, Fevereiro 28, 2011

Novos caminhos para as Bibliotecas públicas?

O El País publica um interessante artigo sobre os novos caminhos das Bibliotecas Públicas e do serviço de empréstimo no actual panorama da edição de livros em formato electrónico. Para ler e reflectir: La biblioteca pública se une al libro electrónico.

Domingo, Fevereiro 27, 2011

Vencedores Prémios Ler/Booktailors

Depressa, devagar (Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho, Planeta Tangerina) ganhou o prémio para Melhor Design de Livro Infanto-Juvenil.
O Prémio Melhor Ilustração Original coube a Afonso Cruz, pelo livro Galileu, À Luz de Uma Estrela (Texto Editores).

A lista completa dos vencedores pode ser consultada aqui.

Sábado, Fevereiro 26, 2011

Um reencontro feliz

A nossa história com Perdido e Achado não é de agora. Conhecemo-nos através da animação, que vimos na Culturgest, nos idos de Janeiro de 2010 e de que demos conta aqui. Depois, em Junho, estivemos muito perto de comprar a edição inglesa, em Barcelona.

Por isso, a chegada da edição portuguesa é para nós semelhante ao desfecho desta narrativa. Ao jeito de Jeffers, o texto é parco em descrições ou parênteses diegéticos. Tudo se sucede numa lógica temporal e causal, de acordo com o juízo de um menino, de traços marcadamente expressivos, contudo minimalistas. Acompanhamos sempre a sua perspectiva, e nunca a do pinguim, que inexplicavelmente bate à porta da criança no início do álbum. E, de uma indução, o rapazinho parte escrupulosamente para a acção, tentando assim solucionar o que lhe parece um problema: porque está triste o pinguim?. Empreende uma dedicada jornada para resolver a situação, como um herói que é involuntariamente colocado no centro de uma aventura épica, sem para isso ter contribuido.

Também como acontece nos outros livros de Oliver Jeffers, é na elipse e na contenção narrativa (visual e textual), que reside o efeito emotivo. Tudo o que não é dito obriga a um envolvimento do leitor, a uma especulação, à criação de um contexto maior. Não que falte qualquer informação, mas há uma necessidade de adensar as personagens a partir do pouco que se vê. Para isso contribui decisivamente a ilustração, pela escolha das cores fortes e suaves, as formas curvas, o jogo de dimensões (no momento em que se aproximam do cargueiro ou quando navegam entre as ondas).

A catarse final, como em O Coração e a Garrafa, consegue ser simultaneamente expectável e ansiada. A confirmação final faz do livro um objecto de carinho. Agradecemos por isso à Orfeu Negro que o tenha editado.

Sexta-feira, Fevereiro 25, 2011

Susy Lee na Cosac Naify

A editora brasileira Cosac Naify acaba de editar o terceiro livro da trilogia de álbuns sem texto de Susy Lee. Depois de Onda e Espelho (publicados em Portugal pela Gatafunho), é a vez de Sombra.

No site da editora constam duas pequenas entrevistas com a autora que dá conta de um ensaio sobre a trilogia e acrescenta ser possível regressar à protagonista desta trilogia.

Quinta-feira, Fevereiro 24, 2011

Vencedores do Bolonha Ragazzi Awards 2011

Os vencedores dos Prémios Ragazzi, desta edição da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha já foram anunciados, estando disponível no site toda a informação referente às obras.

Ficção:
Fables
Esopo (texto), Jean-Philippe Mogenet (adaptação), Jean-François Martin (ilustração)
Éditions Milan, Toulouse, France

Não-Ficção:
A House of the Mind: Maum
Kim Hee-Kyung (texto), Iwona Chmielewska (ilustração)
Changbi Publishers, Paju, República da Coreia
Novos Horizontes:
Mil Folhas - História Ilustrada do Doce
Lucrecia Zappi (texto), Maria Carolina Sampaio (design gráfico)
Cosac Naify, S. Paulo, Brasil

Primeira Obra:
Monsieur Cent Têtes
Ghislaine Herbéra (texto e ilustração)
Éditions MeMo, Nantes, France

Quem for, achará quem se perdeu


Pode ser estapafúrdio, mas é muito desejado!!!!!!

Quarta-feira, Fevereiro 23, 2011

A segunda surpresa de Mrs. Blyton

A notícia é do The Telegraph de hoje: uma sondagem feita em Inglaterra junto do público adulto elegeu Enid Blyton como a autora mais amada pelos leitores ingleses. A lista de cinquenta nomes segue com Roald Dahl, J. K. Rowling, Jane Austen e William Shakespeare. A fechar os dez primeiros, Beatrix Potter.
As razões podem ser diversas, como se explica no artigo, mas destaca-se a evidência de que os autores mais amados são os que nos visitam em idades mais tenras. A experiência de leitura é, nessa fase, muito afectiva e mais simples, sem mediação de preconceitos sociais, ou de conhecimentos prévios cruzados. Não está em causa nenhuma avaliação literária, mas sim a recepção dos livros. Aí somos todos livres, mesmo livres. E a Enid Blyton também estaria no meu top, não em primeiro lugar, mas no top.

Uma surpresa de Mrs Blyton

Tudo indica que se descobriu uma narrativa inédita e desconhecida de Enid Blyton. Mr. Tumpy's Caravan relata as andanças de uma caranava com vontade própria, em cerca de 200 páginas impressas, com data anterior a 1938.

O manuscrito foi adquirido por uma instituição sem fins lucrativos, a Seven Stories children's book gallery, que o adquiriu num leilão e só se apercebeu da autoria depois de uma análise acurada do texto. Não há ainda, por parte da Chorion, que detém os direitos sobre as obras da autora, nenhuma intenção pública de editar o inédito.

Correntes d'escritas: prémios e programa

Começou hoje oficialmente a XII edição do Encontro Literário Correntes d'Escritas. Por estes dias dezenas de escritores, editores e jornalistas assentam arraiais na Póvoa do Varzim, onde se reúnem à mesa, dialogando a partir de motes literários.
Logo na abertura foram anunciados os Prémios instituídos pela organização, entre os quais os que anualmente distinguem um Conto Infantil produzido por um conjunto de alunos, este ano de uma escola de Vila Praia de Âncora.
Outro aspecto que a organização preza é o contacto entre os escritores e os alunos das EB 2/3 e Secundárias do Concelho. É uma oportunidade única que valoriza as Correntes junto da população e agentes locais, que não são desprezados ou esquecidos em detrimento dos encontros entre os próprios escritores.
O programa completo desta edição pode ser consultado aqui.

Terça-feira, Fevereiro 22, 2011

Um olhar crítico

Aproveitando a atribuição do Prémio a Afonso Cruz, deixo uma recensão sobre o álbum A Contradição Humana, cuja versão mais curta integrou o dossier Júnior da revista Os Meus Livros.

Afonso Cruz regista as grandes contradições da existência humana, aquelas que se identificam nos comportamentos da família, dos vizinhos ou das pessoas com quem nos cruzamos. Porque haverá alguém que sabe tudo não sendo sábia e alguém sábio que não percebe o que diz o filho? Ou como é possível alguém gostar de pássaros e mantê-los presos numa gaiola? Ou ainda beber o café cheio de açúcar e ser tão amarga? São contradições que nascem das palavras e da vida não tendo explicação científica.
Mas a escolha não é aleatória. A contradição humana é a contradição das pequenas coisas: começa na lógica que o espelho inverte e à qual não podemos fugir. Depois, a ideia de que a sombra (que simbolicamente representa a identidade do indivíduo) em certos momentos é apenas uma e os sujeitos dois, lança a reflexão sobre os grandes desígnios do senso comum, aparentemente científicos contudo. «Depois de me deparar com estas coisas que desafiam a lógica de todo o universo conhecido, comecei a observar algo mais curioso ainda. Dentro das pessoas – e isso inclui os vizinhos – habitam as maiores contradições.»
A partir daqui o narrador descreve comportamentos (“dentro das pessoas”) com uma retórica que desvenda os paradoxos que todos reconhecem mas aos quais ninguém dá atenção. Oximoros, comparações, jogos semânticos entre literal e figurado ou proporções revelam um sentido crítico que questiona a indiferença das pessoas no seu relacionamento, tanto quanto a sua necessidade de afirmação.
Todo o discurso, enumerativo, assenta numa simplicidade que produz um efeito de espanto sobre o narrador, aproximando-o da inocência de quem observa o mundo com curiosidade, como se fosse a primeira vez, sem os filtros das barreiras sociais e culturais.
Aos paradoxos, o autor junta ilustrações a três cores (branco, preto e vermelho) em que a expressividade ampliada dos detalhes enfatiza cada situação, conferindo ao conjunto um humor próximo da desconstrução. A composição do texto, recorrendo a tipos de letra distintos e a dimensões diversas, é um elemento tão relevante quanto a ilustração para a captação do sentido global do texto (leia-se palavra, imagem e grafismo).
O jogo de contrastes (entre branco e preto ou pequeno e grande) afasta ainda mais os elementos em contradição.
É, em suma, uma composição que desvenda, que mostra, e não que indicia ou induz. Mas, sem qualquer contradição, é isso que este livro por fim consegue, ao provocar espanto, assentimento, cumplicidade, por parte de quem o lê. E também a sensação de que há mais um passo a dar, para além do livro, no sentido da observação crítica.

15º Prémio Nacional de Ilustração

É uma boa notícia: a DGLB anunciou que estão abertas as candidaturas para o Prémio Nacional de Ilustração, no valor de €5000. A viagem à Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha continua a ser comparticipada em €1500. O prazo decorre entre 21 de Fevereiro e 25 de Março e destina-se ao conjunto das ilustrações editadas em livro no ano de 2010.O cartaz do Prémio coube a Bernardo Carvalho, vencedor da edição anterior, como é aliás da praxe.

A notícia faz respirar de alívio todos os que temeram pelo abandono da ilustração por parte das entidades públicas responsáveis, aquando do anúncio da desintegração da DGLB. É certo que muitas das suas competências continuam profundamente abaladas, nomeadamente no que respeita a Promoção da Leitura. Mas é bom saber que continuaremos a ter um apoio, mesmo que mínimo, à ilustração, que tem crescido e ganho respeito internacional.

Segunda-feira, Fevereiro 21, 2011

A Contradição Humana premiada

O autor de literatura infantil premiado na Gala da SPA foi o Afonso Cruz com o livro A Contadição Humana, da Caminho.
Ficámos sem saber se autor é, neste caso, escritor, ou se o autor de um álbum é tanto aquele que escreve como aquele que ilustra. No caso de Afonso Cruz tanto faz, já que é ele o escritor e ilustrador, e fez bem em relembrá-lo ao receber o prémio.
Mas no caso dos Planetas, toda a gente sabe que a Isabel Minhós Martins, embora também desenhe, nunca o fez em qualquer livro da editora, se exceptuarmos as agendas. Ela é, sempre, a responsável pelos textos. No caso d'O Livro dos Quintais, cujas ilustrações foram seleccionadas para a Exposição de Ilustradores de Bolonha, Bernardo Carvalho nunca foi mencionado.
Há coisas que não se podem aceitar, seja pela ambiguidade, seja pelo desconhecimento. A SPA não pode cometer estas falhas, pois assim não representa todos os seus autores.

Quanto ao premiado, é merecido, apesar de cá pelo burgo eu ter um fraquinho pel' Os Livros que Devoraram o Meu Pai, também da Caminho. Mas isso são apenas preferências afectivas...

Em ebulição

Com a aproximação da Feira do Livro de Lisboa, que abre portas a 28 de Abril e se estende até 15 de Maio, no Parque Eduardo VII, as editoras começam a preparar as suas novidades.
Duas das nossas mais queridas estão a ultimar a produção. Ainda não são conhecidos os títulos, os autores, tão pouco os temas ou as capas.
Mas quer no blogue do Planeta Tangerina, quer no blogue da Bruaá, lançam-se desafios de previsão... Aguenta, curiosidade!

Sábado, Fevereiro 19, 2011

Ler Consigo

O projecto começou em 2004 e é da responsabilidade da APP. É simples e eficaz: todos os anos, na última semana de aulas do 2º período, antes das férias da Páscoa, os professores interessados convidam alguém exterior à turma para ir ler um texto que lhe seja querido.
A iniciativa deve ser previamente preparada com os alunos, que deverão ter um papel activo na escolha da pessoa a convidar. Eventualmente, também os alunos poderão escolher um texto para ser lido durante essa semana.
No blogue do projecto há um formulário de inscrição para os professores e outro para voluntários que desejem ir ler. É uma forma da APP contabilizar os participantes e ajudar na optimização de recursos.
Para mais informações, basta clicar aqui.

Sexta-feira, Fevereiro 18, 2011

Novidade da Presença

Ulysses Moore está de volta. Depois de resolvido o grande mistério acerca da identidade do protagonista, eis que surgem novas razões para Julia, Jason e Rick se envolverem num novo mistério. A Presença edita agora o sétimo dos doze volumes da saga originalmente publicada em Itália.

Ulysses Moore, A Cidade Escondida, Pierdomenico Baccalario, Presença

Prémios e mais prémios

Para além das novidades editoriais que começam a chegar, depois do deserto de Janeiro, há Prémios no horizonte.

Já na 2ª feira serão entregues os Prémios da SPA. Na área infanto-juvenil os nomeados são Pinguim de António Mota (Gailivro), O Livro dos Quintais de Isabel Minhós Martins e Bernardo Carvalho (Planeta Tangerina) e A Contradição Humana, de Afonso Cruz (Caminho).


Nas Correntes d'Escritas será a vez da cerimónia de entrega dos Prémios de Edição Ler/Booktailors. Até dia 15 de Fevereiro o público podia votar nos livros preferidos em cada categoria, tendo este resultado um peso de 20% na votação final. Os vencedores que aqui apresentamos são apenas os escolhidos pelo público. A decisão final será conhecida no dia 25, nas Correntes d'Escritas, na Póvoa do Varzim.

Na categoria Prémio Ilustração Original, o livro mais votado foi Scorpio Rising, com ilustrações de João Maio Pinto (Associação Chili com Carne), seguido de Dança Quando Chegares ao Fim, de Bernardo Carvalho (Caminho) e de Galileu à Luz de uma Estrela de Afonso Cruz (Texto Editores).



Depressa, devagar (Planeta Tangerina) foi o livro mais votado na categoria de Prémio de Design Infanto-Juvenil. Em segundo lugar ficou Gastão vida de cão (Caminho) e em terceiro Galileu à Luz de uma Estrela (Texto Editores).

Quarta-feira, Fevereiro 16, 2011

Susanne Janssen na Bags of Books

Quem viu os originais de Hänsel e Gretel na Ilustrarte já só vai ter de esperar até Outubro para os reencontrar na edição da Bags of Books. Depois de Beatrice Alemagna, chega agora outra ilustradora de referência. Susanne Janssen, discípula de Wolf Erlbruch, venceu o Prémio Ilustrarte em 2007 e o Prémio Alemão de Literatura para a Infância em 2008 com o trabalho de ilustração para o clássico Hansel e Gretel, fixado pela primeira vez em texto pelos irmãos Grimm. Podemos começar a contar os meses...

Terça-feira, Fevereiro 15, 2011

Novidade da Civilização

«Quando o tio de Kate Winters é levado pelos guardas da Albion destroçada pela guerra, ela toma a decisão de o salvar. Kate é um dos Dotados, seres com a aptidão rara de ver através do véu que separa a vida da morte.»

(do Comunicado de Imprensa)

O Livro dos Dons é o romance de estreia da inglesa Jenna Burtenshaw, e o primeiro título de uma trilogia que a Civilização começa agora a editar. No blogue da autora, mantido pela própria, encontramos o trailer do livro em várias línguas, incluindo a portuguesa, e posts sobre outros assuntos, como o Save Our Libraries Day, ou a eventual alienação, pelo estado, de algumas florestas britânicas.

Feira do Livro Manuseado na Assírio & Alvim

Um clássico das Feiras do Livro Manuseado... Nas livrarias da Assírio até 19 de Março.

Segunda-feira, Fevereiro 14, 2011

Pelo Dia de S. Valentim...

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Pequenas Leituras em Fevereiro

As Pequenas Leituras regressam dia 23 à Bulhosa de Campo de Ourique, com moderação de Ana Rita Fernandes.

Quarta-feira, Fevereiro 09, 2011

Ler e reter o que se lê

A propósito de uma notícia dada pelos Blogtailors, que anuncia ser mais difícil ao leitor reter a informação lida se o tipo de letra for banal, muito legível ou até relaxante (a propósito dos tipos de letra que predominam nos e-books), lembrei-me de algo completamente diferente.
Começou a acontecer-me com mais frequência não conseguir reter a informação de alguns livros ilustrados para a infância ou juvenis. Não tem a ver com o tipo de letra, posso assegurar, apenas com a incapacidade que certos escreventes têm em manter o equilíbrio prosódico e rítmico que é suposto estar subjacente a qualquer texto, seja ele literário, argumentativo ou informativo. Independentemente do género, o escrito obedece a uma retórica. Mas infelizmente continuam a editar-se maus textos para crianças e jovens. O mal não vem de dentro, já me aconteceu o mesmo com livros traduzidos e que se espera serem produtos de sucesso.
Como é que os seus leitores vão reagir, não sei. Sei, todavia, que tenho muito mais ritmo de leitura do que eles, tendo em conta a idade e a experiência e, mesmo assim, consigo chegar a meio sem perceber ao certo a lógica narrativa, os principais momentos, os factos determinantes para que a acção progrida.
Era bom que se fizesse um estudo sobre isso também...

Como se faz um projecto de promoção da leitura?

Na página da Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Valença está um webquest através do qual se sugerem vários passos para a criação de um projecto de promoção da leitura com crianças do pré-escolar e do 1º ciclo. Lá encontramos as várias etapas do processo, tarefas e documentos descarregáveis, assim como links relevantes na área da literatura infantil e da promoção da leitura.
Mas esta é apenas uma das valências do site. Na página de entrada, a Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos disponibiliza uma infinitude de informações (para alunos, pais, professores e com conteúdos diversos, sobre todas as disciplinas) e tem uma organização de luxo. Vale a pena visitar com tempo e imitar.

Terça-feira, Fevereiro 08, 2011

Livraria Infantil em Santarém

Chama-se Aqui há gato e tem como mascote a Maçaroca. É uma livraria infantil que já ultrapassou os três anos de vida (o que se pode considerar um sucesso, no panorama das pequenas livrarias) e que oferece diversas propostas, desde a audição de contos, a dramatização de histórias com fantoches, ateliers de expressão artística e até programas para festas de aniversário a realizar lá.

(via O Livro Infantil)

Cuidado com o pum


Segunda-feira, Fevereiro 07, 2011

Bernardo Carvalho e Teresa Cortez na Exposição de Ilustradores em Bolonha

Bernardo Carvalho e Teresa Cortez estão entre os seleccionados para integrarem a Exposição de Ilustradores da Feira do Livro de Bolonha. No site constam os nomes de todos os participantes, assim como o júri que procedeu à selecção e a lista de todos os que enviaram os originais não publicados, ou publicados há menos de dois anos (de acordo com os critérios a concurso).

Sexta-feira, Fevereiro 04, 2011

Crossover no El País

Surge mais um artigo sobre o Crossover, desta vez no El País. O fenómeno de recepção leitora que junta adolescentes e adultos em torno dos mesmos livros, continua a ser alvo de reflexão e interesse. Os editores desejam cada vez mais ter em mãos este tipo de 'produtos', pela forma como os podem trabalhar em termos de marketing e pelo que significam em volume de vendas. Mas a questão central deste fenómeno é mais restrita: o Crossover, da forma como foi identificado, resulta da recepção por adultos de livros inicialmente escritos a pensar no público juvenil, o que é bem diferente de livros híbridos ou intemporais.
O artigo do El País pode ser lido aqui.

Quarta-feira, Fevereiro 02, 2011

Ana Saldanha em directo

A Carla Maia de Almeida entrevistou a escritora Ana Saldanha para a revista Ler de Fevereiro. Mas quem preferir pode ler a entrevista no blogue da jornalista e escritora, com direito a uma resposta bónus!
Convém acrescentar que Ana Saldanha é uma das melhores escritoras de literatura juvenil portuguesas, a par de Alice Vieira. Na entrevista aborda-se a questão da temática realista nos seus livros e ficamos a saber que, independentemente das tendências ou da recepção generalizada dos leitores, a autora continuará fiel aos temas, à sua abordagem e ao estilo narrativo que caracteriza a sua obra. Boas notícias.

Para quem não saiba...

Eis a razão de existir das Bibliotecas Públicas. Em Inglaterra, mais concretamente no Condado de Somerset há um plano municipal para encerrar cerca de 20 bibliotecas públicas, por corte directo de fundos. Haverá redução horária nas restantes e uma diminuição na frota de seis bibliomóveis para dois. O blogue Save Somerset Libraries dá os pormenores do plano municipal, apresenta uma petição e propões pequenas acções para que todos os munícipes possam contrariar esta proposta, que se encontra agora em consulta pública.

Um dos contributos é o vídeo que se segue. Inspiremo-nos, que a hora das nossas bibliotecas já chegou e ninguém parece dar-se conta.

Terça-feira, Fevereiro 01, 2011

ilustrar é ler mais em lisboa


Este projecto dirige-se às escolas do 1º ciclo e desenvolver-se-á em três sessões: na primeira será apresentada a obra de um ilustrador; na segunda dinamizar-se-á uma história e um atelier a partir do trabalho desse ilustrador; finalmente na terceira sessão os alunos partilharão os seus trabalhos com o ilustrador que os visitará.
O projecto decorre entre Janeiro e Junho nas Bibliotecas Municipais Maria Keil, Natália Correia, Palácio Galveias e Penha de França. Os professores interessados deverão contactar a Biblioteca para se inscreverem no projecto.