Sexta-feira, Outubro 29, 2010

Novo caso para a agência de fantasmas

Will Moogley está de volta à investigação. Desta vez, o desaparecimento de um fantasma levanta a suspeita de um novo caça-fantasmas na zona...

Este é o quatro volume da colecção Will Moogley, Agência de Fantasmas (Civilização), de Pierdomenico Baccalario (igualmente conhecido pela saga Ulysses Moore), e está a chegar às livrarias.

Quinta-feira, Outubro 28, 2010

A extinção da DGLB

Quando foi anunciada a extinção da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas muita gente ficou aflita, angustiada, revoltada até. Mas essa muita gente é quase ninguém, infelizmente. São autores, tradutores, editores, que contavam com o financiamento de co-edições e o apoio à divulgação da literatura portuguesa. São os Bibliotecários Municipais, que temem pela sua programação do próximo ano, são os colaboradores da Carteira de Itinerâncias que leva a promoção da leitura a estas Bibliotecas.
Isto significa que a maioria das pessoas não faz ideia do que seja a DGLB. Eventualmente não deu sequer muita importância à notícia. Haverá até quem tenha ficado feliz: é menos uma direcção geral, é menos lobby, são menos ordenados chorudos para directores, sub-directores, assessores e afins.
E este é o grande problema da extinção da DGLB, é que a maioria das pessoas não dará por ela. Para além disso, está ligada ao Ministério da Cultura, aquele que em época de crise se torna dispensável, quando se discute o valor do IVA para o cabaz alimentar.
Falemos então do que interessa e do que conheço por experiência.
A DGLB, no âmbito da Carteira de Itinerâncias, ofereceu este ano duas acções de promoção da leitura a cada Biblioteca integrada na Rede de Bibliotecas Públicas, de acordo com as preferências dos Bibliotecários que se candidataram. A DGLB paga aos formadores o número de acções que lhes atribui. Os formadores pagam impostos. Isto significa que não estão no desemprego, contribuem para o IRS e para a Segurança Social e ainda consomem produtos.
Às autarquias compete pagar o transporte, alojamento e alimentação dos formadores. Isto significa ajudar a restauração e o turismo no concelho, divulgando activamente a sua identidade (se tiverem sensibilidade para tal).
No caso das acções que temos na carteira, temos boas experiências com os ateliers para turmas do 3º ciclo. Por causa da DGLB, num dia fazemos dois ateliers, com cerca de 45 alunos no total e os professores que os acompanham. Se os professores forem pessoas interessadas podem replicar os ateliers (que estão feitos para isso) na Biblioteca Escolar ou em sala de aula com outras turmas, potenciando o nosso trabalho, no seu tempo lectivo.
Nesses dois ateliers divulgamos seis livros. Se a Biblioteca Escolar os adquirir, e se em cada turma um ou dois alunos adquirir um exemplar, contribuimos ligeiramente para que as livrarias vendam. Estas livrarias tanto podem ser de grandes grupos como pequenas livrarias da cidade média onde as famílias têm o hábito de encomendar os livros. Se as livrarias vendem, as distribuidoras colocam lá livros e as editoras escoam o seu investimento. É a economia a funcionar.
Se multiplicarmos 22 alunos por turma por 10 ateliers temos 220 alunos espalhados pelo país. Se multiplicarmos este público pelas diversas acções da Carteira, com crianças, jovens, professores, pais e adultos em geral, em que o livro é o elemento central, sempre apresentado, trabalhado e divulgado, estamos a falar de um volume de negócio significativo.
Embora tenha uma formação académica em letras, custa-me a acreditar que bem vistas as coisas, a DGLB, pelo menos a Carteira de Itinerâncias, dê prejuízo. Não é uma Quimonda, não há números de desempregados porque os colaboradores são free-lancers, mas há muita circulação.
Isto sem nunca recorrer ao argumento cultural, educacional, ético e estético, já que esse não se quantifica em cifrões.
Vamos agora ao reverso da medalha. Sem a DGLB havia Bibliotecas Municipais que nunca apresentariam uma formação ou um espectáculo pelo simples facto de que não têm verba para adquirir livros, quanto mais para terem programação paga por si. Mas o público que vai à Biblioteca e pergunta porque não há Hora do Conto, ou porque não se repete aquele espectáculo tão giro que houve no ano passado, é incapaz de escrever um email ou uma carta à vereação ou ao chefe de divisão de Bibliotecas a reclamar.
Pior, em muitos casos a escolha das acções é feita em parceria com os professores. Quando os bibliotecários tentam agendar os ateliers ou os espectáculos os professores levantam problemas logísticos de datas e de cumprimento de programas. Apesar de estarmos a falar de algo que conhecem, de dinheiro público e do respeito pelo trabalho alheio.
O mesmo acontece com iniciativas para o público que não comparece mas vai-se queixando de que ninguém faz nada.
Sem a DGLB muitos bibliotecários não tinham aprendido metado do que sabem hoje sobre promoção da leitura, e sem custos de formação ou de dispensa do serviço, bastando assistir às acções. Quanto se poupa aqui?
Acontece que há pessoas que não aproveitam o que têm, e essas não merecem tê-lo. Mas quem se empenha, quem forma público, quem se esforça, quem acredita numa política de leitura pública, merece.
Não falo do apoio à edição porque não trabalho nessa área, não porque a considere menor, de todo.
A DGLB tem um serviço de promoção da leitura em estabelecimentos prisionais. Alguém sabe?
A DGLB representa o país em Feiras Internacionais de Editores. Alguém sabe?
A DGLB é a entidade responsável pela formação que o Plano Nacional de Leitura deseja que os mediadores tenham. Alguém sabe?
Não é relevante se a Direcção Geral passa a ter outra configuração legal. É relevante que as funções desempenhadas pelo organismo não sejam afectadas.
É também essencial que as pessoas para quem a DGLB trabalha, que são todas, saibam que os seus impostos também servem a causa pública, desde ateliers para os filhos, formação para os professores dos filhos, até formação para si, público adulto que gosta ou não de ler. E é essencial que as pessoas saibam que a cultura é economicamente dinâmica e que, mesmo dependendo do Estado, movimenta sectores privados que contribuem para a circulação. Ainda, o apoio ao autor pode permitir-lhe vender mais, e até vender fora de Portugal, e isso significa direitos de autor que são pagos à Editora Portuguesa, que paga impostos em Portugal. E ainda há a indústria do papel, e as gráficas, e os ebooks...
Como alguém disse... é uma questão de fazer as contas!

Terça-feira, Outubro 26, 2010

Ler em Família e Do Longe se Faz Perto

A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas da Ericeira está a iniciar um projecto de leitura em família, em colaboração com os professores. Chama-se Ler a Qualquer Hora e neste primeiro ano, o projecto abarca crianças do pré-escolar e do 1º ano do 1º ciclo. Para isso, é preciso que os pais se inscrevam. A ideia é simples: as crianças levarão semanalmente para casa um livro que será lido e explorado em família. Como actividade de reforço, a criança desenhará livremente num passaporte de leitura algo que remeta para o livro (uma personagem, ou pormenor da narrativa, uma capa alternativa, o final...) e ajuizará sobre o prazer que teve a ler/ ouvir ler o livro, com a inscrição de um smile no mesmo passaporte. A ideia é que os pais acompanhem também esta tarefa, dialogando e colaborando. O projecto, que começou com uma reunião pública para os pais, lançará os primeiros livros na próxima semana e contará com duas reuniões entre os pais participantes e a professora bibliotecária, para partilharem experiências, dúvidas, frustrações e sucessos.

Já no Agrupamento de Escolas de Mafra, a professora-bibliotecária lança um desafio aos colegas professores do 6º ano: a pré-leitura de um livro em sala de aula, para posterior leitura autónoma pelos alunos interessados, em casa. Posteriormente, far-se-á uma sessão com a professora bibliotecária, o professor e a turma em torno das experiências de leitura dos que se voluntariaram. O projecto chama-se Do Longe Se Faz Perto e terá uma periodicidade mensal.

Segunda-feira, Outubro 25, 2010

Uma cidade Bruaá

Esqueçam os jogos virtuais de construção de cidades, esqueçam o Second Life! Acaba de chegar uma cidade que toma forma e volume ao virar das páginas.

O novo livro da Bruaá chama-se Popville e recorre à técnica do Pop Up. A geometria não olvida os detalhes, e as cores, numa paleta básica que recorre essencialmente às cores primárias, confere a esta cidade com árvores os alicerces simples para a imaginação construtiva/ criativa do leitor.

Popville
Anouck Boisrobert, Louis Rigaud (ilustração)
Joi Sorman (texto)

O site e o blogue da Bruaá mudaram de visual e vale a pena a visita. Assim poder-se-á disfrutar também de imagens de Popville.

No dia das Bibliotecas Escolares...



Um livro para todos os dias, Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho, Planeta Tangerina

História do Sábio Fechado na sua Biblioteca; Manuel António Pina, Ilda David, Assírio e Alvim

Os Livros que Devoraram o Meu Pai, Afonso Cruz, Caminho

A Biblioteca Mágica, Jostein Gaarder, Presença

O Anibaleitor, Rui Zink, Teorema

Sábado, Outubro 23, 2010

preconceitos de adolescentes

"Os rapazes não fazem piercings no umbigo."

No atelier Diz-me quem és, dir-te-ei o que lês, em Alcanena, a propósito do livro Uma argola no umbigo, de Alexandre Honrado (Ambar).

Sexta-feira, Outubro 22, 2010

tertúlia ao fim da tarde

Um encontro informal de adultos que queiram partilhar opiniões, leituras e dúvidas sobre livros infantis. A moderação é da livreira local, que não esconde o vício pelo objecto mágico.
Será mais logo, na Bulhosa de Campo de Ourique, no regresso do trabalho e no início do fim-de-semana, às 18h00.

Quarta-feira, Outubro 20, 2010

iniciativas de promoção da leitura na Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo

No site da Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo apresentam-se diversos projectos de promoção da leitura que visam alcançar vários públicos. São projectos de longa duração, que intervêem junto da população, fora dos limites físicos da Biblioteca.
O papel social da Biblioteca Municipal não se esgota no seu fundo bibliográfico e audiovisual nem tão pouco no número de frequentadores do espaço. Em tempo de crise, é essencial não esquecer que a Biblioteca Municipal é muito mais do que um equipamento e sim um serviço de dinâmica cultural, social e de identidade.

João Pastel de regresso

Já está disponível o 3º livro da colecção João Pastel, em que João continuará a viver secretas aventuras em que ninguém acredita. Não bastava já o seu apelido...

No site da Booksmile estão todos os livros e as respectivas sinopses, bem como um booktrailer da colecção.

Livraria infantil e juvenil online

É inglesa e lá podemos consultar listas de livros para diversas faixas etárias, aceder a partes dos álbus e livros, saber informações sobre os autores e até os prémios que os livros receberam ou para os quais estão nomeados. Quem a visitar reconhecerá muitos títulos que estão editados em Portugal. É também uma boa ocasião para comparar preços e perceber a dinâmica do mercado do livro no Reino Unido.
A livraria chama-se Lovereading 4 Kids e pode ser visitada aqui.

Segunda-feira, Outubro 18, 2010

Oficina Pequenos Inventores

A partir do álbum O Pequeno Inventor, a Orfeu Mini oferece aos seus pequenos leitores a oportunidade de reproduzirem a experiência da personagem.

PEQUENOS INVENTORES

Oficina para crianças 4 – 8 anos

Gostas de inventar jogos, construir brinquedos e descobrir como funcionam as coisas à tua volta? Então convidamos-te a vir conhecer o Noma, um pequeno inventor que decide construir, com a ajuda de cola, tesoura e uma régua, o seu próprio brinquedo: um comboio.
À tua espera estará uma história nova e tudo o que precisas para construir com as tuas próprias mãos…um avião!
São 50 minutos de engenharia inovadora, orientados pela Susana Alves.
PARTICIPAÇÃO LIVRE: aparece e constrói, divertindo-te!

BULHOSA CAMPO OURIQUE 23 OUTUBRO SÁBADO 11H30
BULHOSA OEIRAS PARQUE 23 OUTUBRO SÁBADO 16H30

(do press release)

Curso de Livro Infantil

A jornalista e escritora Carla Maia de Almeida (responsável pelas páginas dedicadas ao livro infantil na Revista Ler) vai orientar um curso de 18 horas sobre Livro Infantil. O programa é ambicioso e toca em pontos decisivos para a compreensão histórica, contextual e editorial desta tipologia. Mais do que isso, pretende-se analisar a qualidade de um núcleo de autores (texto e ilustração).
O curso é pós-laboral, em Lisboa, durante o mês de Novembro e é promovido pelos Booktailors.
Toda a informação está disponível aqui.

Domingo, Outubro 17, 2010

Alguns tópicos sobre o painel Livros, Leituras e tecnologias, na iv conferência internacional do pnl

Ao painel acorreu muito público, mais do que a lotação do auditório 1 da Gulbenkian. Na mesa estava a jornalista Isabel Coutinho, o booktailor Paulo Ferreira e o professor e director da Biblioteca de Arte da FCG, José Afonso Furtado.
Como seria expectável, debateu-se o futuro do livro, a emergência do ebook, as diversas plataformas digitais de leitura.
Isabel Coutinho, entre outras coisas, apresentou sucintamente o resultado de um estudo realizado pela Scholastic que concluiu que há uma percentagem alta de crianças que lêem livros em suporte digital e que também os pais começam a manifestar interesse em adquirir leitores de ebooks. O mais interessante foi comprovar que as crianças e os adolescentes associam as plataformas digitais, nomeadamente os computadores, a suportes de leitura e não apenas de jogos ou de optimizadores de redes sociais.
José Afonso Furtado contrapôs, declarando existirem outros tantos estudos demonstrando o oposto. Acrescentou que a geração babyboomer é aquela que lê em qualquer suporte e que os computadores são excelentes ferramentas de escrita mas estão ainda longe de serem boas ferramentas de leitura intensiva.
Relativizou a utilidade dos ebooks e destacou a sua dependência dos negócios entre as grandes marcas como o elemento decisor para as mudanças no mercado editorial.
Quanto à leitura e ao livro, deixou uma frase esclarecedora: «Hoje em dia, se há coisa volátil, é o perfil do leitor."
Mais tempo houvesse...

Sábado, Outubro 16, 2010

Balanço e promessas na abertura da iv conferência internacional do pnl

O comissário Fernando Pinto do Amaral realçou o alcance do Plano Nacional de Leitura, que ultrapassou o universo escolar, chegando às famílias. Enalteceu as parcerias com as diversas entidades (DGLB, RBE, Bibliotecas Municipais, Centros de Saúde...) e reiterou a importância da leitura para o desenvolvimento das pessoas como cidadãos.

(Notícia completa no JN)

Sexta-feira, Outubro 15, 2010

novo cherub

Foi ontem para as livrarias o 7º volume da colecção Cherub. A Queda relata a aventura de James pelas terras da Rússia em mais uma missão ultra-secreta e a primeira missão a solo da sua irmã Lauren, nos meandros do tráfico humano.

As novidades sobre o livro estão, como sempre, no site da Porto Editora e no Mundo Cherub (site oficial da colecção em Portugal).

Terça-feira, Outubro 12, 2010

25 de Outubro, dia internacional das bibliotecas escolares

Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares. Nesse âmbito, a Rede de Bibliotecas Escolares escolheu o dia 25 para assinalar o Dia da Biblioteca Escolar.

O mês promete muitas actividades nas Bibliotecas. Mais informações no site da RBE.

IV Conferência Internacional PNL

A IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura terá lugar nos dias 15 e 16 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Ler no Século XXI - Livros, leituras e tecnologias é o tema proposto para debate, sob diversas perspectivas. A entrada é livre e o programa pode ser consultado no site do Plano.

Segunda-feira, Outubro 11, 2010

Ouvinte improvável


O texto é de Pep Bruno, que tivemos oportunidade de ouvir contar histórias tradicionais nas Palavras Andarilhas, em Beja, as ilustrações de Mariona Cabassa. A cadência rítmica aproxima-o de uma lenga-lenga. E um bebé de um ano erguia-se no carrinho a ouvir a história que eu lia em voz alta sem contar com nenhum ouvinte.

Quinta-feira, Outubro 07, 2010

O Casamento da minha mãe em francês

A Joie de Lire, uma das referências europeias da edição infantil e juvenil adquiriu os direitos de O Casamento da minha Mãe, de Alice Vieira, para a língua francesa. Este não é o primeiro livro da autora a ser traduzido com a chancela da editora suiça: Flor de Mel, Viagem à Volta do Meu Nome, Os Olhos de Ana Marta e Caderno de Agosto constam já do seu catálogo.

Quarta-feira, Outubro 06, 2010

Do muito que se editou pelo centenário da República



Um livro não literário, com ilustrações de Alex Gozblau e texto de José Fanha. A edição é da Gailivro.

Domingo, Outubro 03, 2010

Um projecto a seguir

Na Escola Básica Integrada de Távora, no Concelho de Arcos de Valdevez, há um projecto de leitura que nos surpreendeu.
Todos os dias, um aluno lê em voz alta, durante os 5 minutos iniciais de cada aula, um excerto de uma obra previamente escolhida pela turma. Isto repete-se em todos os tempos lectivos, independentemente da disciplina e percorre todos os ciclos de ensino, do 1º ano do 1º ciclo ao 9º ano.
O bom exemplo desta escola põe em causa a mobilidade de professores e alunos e as dimensões exageradas da maioria dos agrupamentos escolares. Távora é uma aldeia, fica a 7 km da sede de concelho, Arcos de Valdevez, e conta com uma rede rodoviária funcional, pelo que não está isolada.
A escola terá cerca de 1000 alunos e o facto de as regras serem interiorizadas logo no início do percurso escolar facilita o trabalho dos professores dos ciclos seguintes. Ficámos boquiabertos ao ver alunos em fila para serem atendidos no balcão da Biblioteca Escolar. Mas estas crianças não são diferentes das outras, também se atropelam com as mochilas e correm nos corredores. São apenas mais ordeiras, mais educadas e defensoras do seu espaço físico e social, que prezam por ser o seu desde a creche, ali ao lado.
Talvez por isso, mais tarde, estiveram presentes na acção Livros, lugares de leitura, que dinamizámos para professores na Biblioteca Municipal dos Arcos, não apenas professores de Português mas de Educação Visual, Matemática, Geografia, Ed. Moral.
O trabalho de equipa é ali verdadeiramente transversal. E os resultados são manifestamente bons.

Sexta-feira, Outubro 01, 2010

Caixas de pandora

Na última semana andámos em trânsito entre Arcos de Valdevez e Vila Nova de Cerveira com o atelier Diz-me quem és, dir-te-ei o que lês e a acção Livros, lugares de leitura, para professores.

Na Biblioteca Municipal de Arcos de Valdevez, na Casa da Artes, o espaço juvenil tem nome próprio - Ponto Jovem - e é autónomo, resultando de uma parceria entre a Biblioteca e o IPJ. Para além das estantes com livros, há duas caixas que aguçam a curiosidade de quem entra. Não resistimos a espreitar...