Sábado, Julho 31, 2010

Mais um clássico


O exotismo e a essência do humano, num livro cuja história muitos conheceram através do cinema. Rudyard Kipling pela mão da Tinta-da-China, pois claro!

Sexta-feira, Julho 16, 2010

habemus andarilhas

As Palavras Andarilhas regressam a Beja entre 16 e 18 de Setembro. Ainda não há programa, mas já se pressente que a ginástica terá sido grande. Por isso, e enquanto há, é melhor não desperdiçar a oportunidade.

Quinta-feira, Julho 15, 2010

Apoio à Promoção da Leitura

A cultura, como se sabe, é o parente mais pobre do OGE português. Em tempo de crise, tudo se agudiza e é a sociedade civil a primeira a anuir aos cortes nesta área, considerada supérflua ad eternum.
Atente-se, em contrapartida, no site Movimento Cultura Brasil, e pasme-se com as bolsas e prémios que se atribuem a projectos de promoção da leitura, com enfoque no acesso ao livro e à leitura literária.
Não há razões, então, para nos espantarmos com o novo acordo ortográfico: a língua vive do lado de lá do atlântico, cá apenas sobrevive.

Terça-feira, Julho 13, 2010

O Pequeno Inventor

Está a chegar, da Coreia, um novo livro da Orfeu Mini.


O Pequeno Inventor, conto da autoria do escritor coreano Hyun Duk, tem como protagonista Noma, um menino que quer construir um comboio. O melhor comboio de sempre!
Com uma tesoura numa mão e uma caixa de cartão na outra, Noma começa por cortar a chaminé e as rodas do seu comboio. Mas quantas rodas tem um comboio? E quantas carruagens? De quantos lugares?
Não é fácil, mas Noma decide consultar o Livro dos Comboios. No final, perante o seu novo brinquedo, Noma sente-se um verdadeiro inventor!

Hyun Duk (texto) e Cho Mi-ae (ilustrações) encontram-se nesta obra por iniciativa da ilustradora, cujo primeiro livro adapta esta história originalmente publicada em 1939 na Coreia do Sul.

Hyun Duk nasceu em 1909 na cidade de Seul. Escreveu diversos livros para crianças, entre os quais O Pequeno Inventor , cujo protagonista Noma participa numa longa série de histórias do autor.

Cho Mi-ae estudou na Escola de Ilustração de Hankuk e vive na Coreia do Sul.

(press release)

Quarta-feira, Julho 07, 2010

Livros sobre a morte

"A morte na Literatura Infanto-juvenil" é um dos temas de Junho da Casa da Leitura. Aqui pode encontrar-se uma lista de livros que abordam o assunto de várias perspectivas e estilos diversos. O Bicho deixa a sua contribuição:

«O Pai que se tornou Mãe» in Estranhões e Bizarrocos, José Eduardo Agualusa (texto), Henrique Cayatte (ilustração), D. Quixote

Eu espero, Davide Cali (texto), Serge Bloch (ilustração), Bruaá
O coração e a garrafa, Oliver Jeffers, Orfeu Negro

Samuel e Saltitão, Margaret Wild (texto), Freya Blackwood (ilustração), Caminho

A manta, Isabel Martins (texto), Yara Kono (ilustrações), Planeta Tangerina

História de um rapaz mau, Thomas Bailey Aldrich,Tinta da China

...

Terça-feira, Julho 06, 2010

Matilde Rosa Araújo


Morreu Matilde Rosa Araújo. Fica a sua obra, das mais importantes no panorama da literatura para crianças em Portugal. Tinha 89 anos.
O Verão não está a ser fácil...
Ler notícia no DN e no Público

encontros felizes em Barcelona iii




O Coração e a Garrafa, de Oliver Jeffers (editado em Portugal pela Orfeu Negro) e Ovelhinha dá-me lã, da dupla Isabel Minhós Martins e Yara Kono (Kalandraka), entre outras capas só por si apetecíveis.

Domingo, Julho 04, 2010

Nova Malasartes

A Malasartes tem novo número, o 19º, e já está disponível. (É certo que a distribuição é bizarra e muitas vezes corremos seca e meca para encontrar a revista... mas que ela existe, existe!)

Desta vez a literatura juvenil é o tema principal. Para saber de quem se fala, que livros são recenseados e quais as perspectivas abordadas, basta ir até à inocência recompensada, (bem sugestivo...).

Quinta-feira, Julho 01, 2010

Kate Greenaway 2010

A medalha Kate Greenaway de 2010, o prémio de ilustração para crianças mais prestigiado do Reino Unido, foi atribuída à ilustradora australiana Freya Blackwood, pelas suas ilustrações do livro Samuel e Saltitão (Harry & Hopper, no original), com texto de Margaret Wild. O livro, publicado pela Caminho em 2009, retrata de modo comovente o modo como um rapazinho, Samuel, lida com a morte súbita de Saltitão, o seu cão.

Margaret Pemberton, presidente do júri, afirmou sobre o livro vencedor: «Em Samuel e Saltitão, Freya Blackwood prima pelo uso da cor suave, da perspectiva, do espaço exterior e interior, para abordar de forma poderosa o relacionamento pai-filho e a morte de um animal de estimação muito amado. Um tema delicado para as crianças é tratado com grande mestria, e as emoções de Samuel e as suas recordações de Saltitão são expressas visualmente com grande eficácia.»

Esta distinção foi instituída no Reino Unido em 1955 em honra de Kate Greenaway, ilustradora infantil do século XIX. A medalha é atribuída anualmente a um livro notável do ponto de vista da ilustração para crianças. É concedida pelo CILIP (Chartered Institute of Library and Information Professionals).

Freya Blackwood nasceu em Edimburgo em 1975 durante uma viagem turística dos seus pais ao Reino Unido. Cresceu no estado australiano de New South Wales, na cidade de Orange, onde continua actualmente a viver com a sua filha de quatro anos.

As ilustrações de Freya Blackwood para Samuel e Saltitão foram parcialmente inspiradas por um cão que ela própria teve na infância, Furlani, que conheceu um fim igualmente triste e repentino. A ilustradora aponta Maurice Sendak e Shaun Tan como dois dos seus ilustradores preferidos.


Em Maio deste ano escrevemos aqui sobre Samuel e Saltitão