A leitura de obras obrigatórias no ensino é uma questão complexa e polémica. No passado sábado, na Malveira, discutimos a relevância e (i)legibilidade de Os Lusíadas, que representa um paradigma na argumentação em torno desta questão. Por um lado, é seguro que as obras obrigatórias são muitas vezes mal acolhidas pelos alunos, que se desinteressam antes sequer de as lerem, pelo seu carácter de imposição. É também certo que sem elas, muitos adolescentes nunca teriam contacto com o património e qualidade literária do seu país (e não só), que lhes permitiria um maior sentido crítico relativamente às suas opções de leitura e análise.
No âmbito desta reflexão, um artigo do brasileiro Lauro Neto, que se encontra disponível no Blog do Galeno, confronta opiniões de alunos e professores, assim como algumas listas de obras obrigatórias em colégios no Rio de Janeiro.
Segunda-feira, Março 29, 2010
Leitura Obrigatória
Publicada por Andreia em 19:32
Etiquetas: Escolas, Promoção da Leitura
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)

1 comentários:
Acho importante ler os clássicos ainda no colégio! Eu adorava, mas lembro que muitos dos meus colegas simplesmente não liam e acham que era uma imposição desagradável. Uma pena!
Enviar um comentário